Resiliência

Onde clica pra voltar a ser criança?

Acordar cedo, ter uma rotina quase sempre exaustiva, enfrentar trânsito, engarrafamento, trabalhos intermináveis, fins de semana extremamente curtos e sorrir, por alguns minutos, ao quinto dia útil do mês. Ser adulto, na maior parte do tempo, é desejar, com todas as forças que se tem no corpo, voltar a ser criança outra vez. Longe de […]

Não peça desculpas

Em primeiro lugar, não comece a se desculpar. De alguma forma esse é o álibi de alguém que sabe que vai errar Mais uma vez Você vai dizer que se arrepende Como quem analisou profundamente E sabe o que fez Mas é aquela coisa, é aquele velho ditado Quando isso nasce, tende a permanecer errado

O que é um futuro da hora pra você?

Não sei se já comentei isso aqui, mas já faz oito anos que eu sou mesária na mesma seção eleitoral. Ser mesária não é a melhor coisa do mundo, vocês devem imaginar. A eleição é em pleno domingão, a gente precisa estar lá às sete da manhã e só sai depois de imprimir os boletins

Quantas histórias incríveis você já preferiu não ouvir?

Venho de uma família com uma longevidade incrível. Tem uma baciada gente aqui que dura mais de 90 anos. Alguns ultrapassaram os cem, e ninguém morre antes dos 70. Sei que já contei essa história algumas vezes pra algumas pessoas. Inclusive pra vocês. Mas é que isso traz algumas implicações à minha vida. Uma delas

Mania do “para sempre”

É inacreditável essa nossa mania de levar a vida pensando que tudo será para sempre. Amizades, namoros, estados de espírito… Tudo se transforma, nada nesta vida tem o condão de permanecer imutável no tempo e no espaço. Algumas coisas se transformam para crescer, se tornar mais fortes, já outras pra diminuírem e desaparecerem no tempo,

Eu tô indo

Quando eu abri os olhos, já estava com as botas cheias de lama. Não te contei que ia colocar o pé na estrada. Não contei para ninguém. Mas nem eu sabia que ia realmente me jogar no mundo quando fui dormir. Eu apenas acordei, vesti roupas confortáveis, enfiei um monte de coisas numa mochila velha

Se ser louca é ser feliz, eu sou uma então

Ela não se importa com o que os outros dizem sobre ela. Ela fala alto, tem uma risada engraçada e um jeito único de andar. Por onde passa chama atenção, as vezes porque tromba em algo e faz barulho, outras porque chega cumprimentando todo mundo, mesmo que não conheça ninguém. Usa as roupas que gosta, não entende nada

Só dê ouvidos a quem te ama

Só dê ouvidos a quem te ama. Outras opiniões, se não fundamentadas no amor, podem representar perigo. Tem gente que vive dando palpite na vida dos outros. O faz porque não é capaz de viver bem a sua própria vida. É especialista em receitas mágicas de felicidade, de realização, mas quando precisa fazer a receita

Extremos da paixão

Não, meu bem, não adianta bancar o distante lá vem o amor nos dilacerar de novo… Andei pensando coisas. O que é raro, dirão os irônicos. Ou “o que foi?” – perguntariam os complacentes. Para estes últimos, quem sabe, escrevo. E repito: andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve,

A idade de ser feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar

Arnaldo Jabor para as mulheres com mais de 30

Isto é para as mulheres de 30 anos pra cima… E para todas aquelas que estão entrando nos 30. E para todas aquelas que estão com medo de entrar nos 30… E para homens que têm medo de meninas com mais de 30!!! À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais as mulheres

Este é um texto de amor (seu para si mesma)

E se a gente se tratasse como tratamos quem mais amamos? Amor próprio. Duas palavrinhas que a gente escuta bastante – quase sabemos de cor tudo sobre elas: precisamos aprender a nos aceitar, respeitar e amar. Só que história não é tão simples assim para quem entende o significado real desta expressão, mas não consegue praticá-la.

Copo cheio, coração vazio

Juntou todas as economias que ainda tinha, o mês já estava no final, e rumou para o bar mais perto que conseguiu pensar. Vestia sua, como orgulhosamente costumava chamar, roupa de guerra: Um salto bem alto, o vestido preto-básico favorito e um batom vermelho pra ninguém botar defeito. Afinal, a guerra era silenciosa e contra

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