7 atitudes que você deve evitar em seu relacionamento! | Me Apaixonei

7 atitudes que você deve evitar em seu relacionamento!

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Saiba quais são as atitudes que podem condenar a sua relação e fazê-la “evaporar-se”, isto é, acabar sem saber bem porquê!

1 – Atacar e ser atacado

Observei e constatei ao longo de todos estes anos enquanto acompanhava casais que a maioria deles conversavam sobre as suas divergências “armados até aos dentes”!

Cada um tinha “um exercito preparado para disparar as mais variadas armas”.

Muitas vezes, perguntei:

Como é que duas pessoas que dizem gostar uma da outra, pensam e se tratam tão mal? Que concepção de amor é esta que faz repetidamente “entrar num ringue” e lutar para ver quem é mais forte, e quem derruba o outro? Que querer bem é este que ainda que o outro se dê por “vencido”, os faz permanecer “em cima dele”, contando os segundos até à vitória, como se se tratasse de um verdadeiro combate de boxe?

Nenhum. Amor nenhum. Bem querer nenhum. Independentemente da forma que é, mais ou menos discreto, à porta fechada ou mesmo na via publica, mais baixinho ou aos gritos, isto não é, nem nunca será amor, nem neste, nem em qualquer outro mundo. E, se as pessoas confundem amor com atropelo, defesa e ataque, o problema é sério mesmo, e talvez esta seja uma das causas do número dramático de depressões.

Ninguém pode dizer que ama ou se sentir amado no meio de uma guerra em que se decide quem manda em quem, quem tem mais poder, quem consegue manipular quem, ou quem controla e domina o outro e a relação. Isso nada tem a ver com amor.

Num relacionamento amoroso verdadeiro, não importa quem tem razão, importa o Amor. Não importa quem ganha, importa se os dois ganham.

2 – Culpa, culpa e mais culpa

Numa relação, quando existe verdadeiro amor, ninguém quer que o outro se sinta culpado. E não é sonho, fantasia ou idealização. Existem casais que não possuem esta necessidade de culpar o outro por tudo de errado que acontece nas suas vidas ou na relação.

Pelo contrário, existem outros que se culpam mutuamente a cada instante, nem que seja porque a vida não lhes corre como queriam e o outro é culpado disso. É culpado das suas frustrações, inseguranças, medos, angustias, ansiedades, pressões familiares, tensões no trabalho, falta de iniciativa, falta de persistência, insucesso e até da sua preguiça.

Uma das razões por detrás de toda esta “cavalgada de culpabilização” pode prender-se com o fato de não ter vivido um vinculo seguro onde a aceitação do erro e da imperfeição fossem constantes e interiorizadas como algo natural, mas como situações dramáticas, seguindo esse mesmo modelo de culpabilização generalizada.

Alguém que o culpa repetidamente por tudo o que acontece de ruim na relação, não é seguramente uma pessoa que o Ama. Essa pessoa não consegue nem amar-se a si mesma com toda a culpa que carrega. Como conseguirá amar o outro?

3- Falta de conexão emocional

A conexão e a intimidade emocional promovem a longevidade das relações.

E, como se nutre essa conexão emocional?

O termo conexão significa estar ligado a…

Conexão emocional, significa estar ligado às emoções do outro.

E, em que é que isso se traduz?

Significa interessar-se por aquilo que é importante para o outro. Envolve empatia sim, mas muito além de estar atento às necessidades do outro. Estou me referindo às atitudes que tem face aos interesses demonstrados pelo seu companheiro.

Como você reage quando ele se interessa por algo? Quando ele chama a sua atenção para algo importante para ele?

Sabia que isso pode determinar o sucesso ou insucesso da sua relação?

É através desses mesmos “feedbacks” relativos às suas necessidades emocionais, psicológicas, físicas… mas também aos seus interesses, que o seu companheiro vai aferir e sentir se se interessa por ele e se o ama verdadeiramente.

 

4 – Críticas negativas

A critica constante condena uma relação e mata o Amor aos poucos.

A maioria das pessoas não tem essa mesma noção, mas o fato de estar constantemente descobrindo aspectos negativos no seu companheiro e o mal-estar e desconforto que isso lhe vai provocar, ainda que tenha uma autoestima reforçada, pode fazer com que também ele “por contagio” o comece a fazer consigo.

E, esta não é uma “montanha” que se sobe até ao topo para ver uma vista maravilhosa. Eu te garanto que não é. Conforme a forem subindo, vão se sentindo cada vez pior, pois vão começar a deixar de se ver, até que desaparecem de todo da vista um do outro.

Os motivos apresentados costumam ser: porque não compartilha, porque não se veste bem, porque não sabe fazer, porque não sabe falar, porque não está, porque não respira nem sorri da maneira adequada, porque, porque, porque… tudo serve para criticar.

Se o objetivo é encontrar o que está errado ou menos melhor, acredite, não vai sair dai tão depressa. Pode até passar a sua vida inteira nesse “deserto” e não vai encontrar água.

Sabia que mesmo nas relações mais “empobrecidas” existem aspectos positivos?

Se o barco onde se encontra teima em remar na direção à “ilha escura” mude o rumo e pergunte-se: porque sinto tanta necessidade de criticar? Será que as criticas que eu faço se prendem de alguma forma com características da minha personalidade, ou comportamentos meus que menos gosto?

Se chegar à conclusão que são efetivamente atitudes e comportamentos do seu companheiro que não consegue aceitar, não critique negativamente, converse com ele, diga o que sente e tentem perceber de que forma é possível lidar com elas ou modifica-las.

5 – Falsas interpretações, adivinhação e silêncio

Todos eles são verdadeiras “minas” numa relação.

As falsas interpretações são o que mais conflitos gera.

A adivinhação é o que mais equívocos provoca.

Os silêncios são o indício de uma separação emocional.

Comunicar é difícil. Com emoções à flor da pele, mais ainda.

Não visualize a interpretação que fez como sendo a verdade absoluta. Pode ter entendido mal. Pergunte o que a outra pessoa quis dizer.

Quem diz que ama e confia no amor que o outro sente, não pensa que ele tem a intenção de o castigar ou causar dano. Pois, isto deveria ser assim, mas as experiências do passado estão no presente, o filtro das memórias não dão descanso e o medo e receio são acionados.

Frase chave: Te quero bem! Um verdadeiro desativador desta “mina”.

Também adivinhar o que o outro pensa, sente ou quer pode ser burrice. Pergunte! Não tire suas próprias conclusões! Você não está dentro da cabeça da outra pessoa. Ela é diferente.

Não deixa que o silêncio entre, e se “instale” na sua relação. Pior do que um casal que discute, é um casal que “perdeu a voz”. Os silêncios podem provocar maiores danos a uma relação e aos próprios, do que até as discussões mais pesadas. Se não conseguem conversar, peçam ajuda.

6 – Competição e comparações

Este é sem duvida um dos elementos mais tóxicos numa relação, especialmente potenciado por esta sociedade em que todos nós vivemos. Temos visto nos últimos anos cada vez mais a competição por sucesso, por imagem, por poder, por dinheiro no seio das relações amorosas. Muitas delas acabam em separação e divórcio.

Competição e amor não são realidades compatíveis. Numa relação, a competição pode acabar com o amor e a maioria das vezes acaba mesmo.

Num relacionamento amoroso de verdade, não há que provar ao outro que se é melhor, que se está à frente dele, que se consegue mais… existe sim o querer amoroso que o outro também cresça, evolua e se torne ainda melhor. E, quando se sente que de alguma forma ele hesita, ou mesmo estagna, tudo fazemos para que ele acredite, confie nele e continue a sua “missão”.

7 – Menosprezar o sucesso do outro

Se existem fatores que influenciam determinantemente o insucesso de uma relação este é um deles: menorizar o sucesso do outro ou mesmo não conseguir curtir com ele os seus momentos mais felizes.

E acreditem: é o que mais se vê por ai…

As formas que reveste esta “menorização tóxica” podem ser as mais variadas, como sendo a total indiferença, a resposta evasiva, como por exemplo: “hoje não dormi e acordei com dor de cabeça…” ou o comum comentário “que bom para você!”

Quem sabe amar, compartilha o seu sucesso como se fosse dele. Demonstra genuíno interesse nas suas conquistas e alegrias. Ri e pula junto. Não se comporta como se nada tivesse acontecido. Elogia, reconhece e valoriza. Não tem necessidade de acrescentar sempre algo.

Este compartilhamento emocional significa também um reforço na qualidade da relação. Quanto melhor o casal souber compartilhar os bons momentos um do outro, maior proximidade emocional existirá.

A incapacidade de o fazer, pode assentar em razões de vária ordem, designadamente, inveja, falta de valorização e aceitação, insegurança, e normalmente anda de “mãos dadas” com o egocentrismo, egoísmo e incapacidade de amar o outro.

Será que estamos todos focando em nós e na nossa felicidade que a felicidade do outro deixou de ter importância?

Prefiro acreditar que andamos distraídos e dizer: Amar também é conseguir sentir e viver a felicidade do outro!

Margarida Vieitez

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