texto de amor

Havia um amor aqui

Eu costumava enviar mensagens sempre depois do almoço. Queria saber como tinha sido a manhã, se a tarde havia começado boa, além de contar o que eu faria dali a algum tempo… Essas coisas todas. Enviar emojis bonitinhos, uns snaps engraçados, jogar conversa fora. Era bom! Tem gente que consegue, sem esforços, transformar o banal […]

Este é um texto de amor (seu para si mesma)

E se a gente se tratasse como tratamos quem mais amamos? Amor próprio. Duas palavrinhas que a gente escuta bastante – quase sabemos de cor tudo sobre elas: precisamos aprender a nos aceitar, respeitar e amar. Só que história não é tão simples assim para quem entende o significado real desta expressão, mas não consegue praticá-la.

Sobre a nossa conexão

Um dia vai chegar a hora em que a gente finalmente vai se encontrar. De vez. Tenho isso muito certo dentro de mim, como uma intuição forte que diz para o meu coração ficar tranquilo, porque a certeza é grande. Ao mesmo tempo, também não nego que este pressentimento é uma fatia de esperança que vive aqui

Deixa o amor existir

Tem tempo que eu estou tentando passar por cima dessas grades Que você construiu para o seu coração Você termina a conversa, cai em contradição Mas não diz que não Eu sei que te magoaram no passado, eu sei de tudo Sem ao menos você ter falado Pois não tem razão de você se esconder

Ciúme não é prova de amor

Vira e mexe eu recebo mensagens dos leitores com elogios, críticas, sugestões de temas e alguns pedidos de conselho. Fico feliz demais em estabelecer esse contato com quem me lê e confesso que essa proximidade, além de afagar meu ego de escritora carente, também me convida a reflexões sobre temas que nunca antes haviam passado

E essa relação meia boca?

Fundamental é mesmo o amor. E o respeito. E a lealdade. E o carinho. E o companheirismo. E a diversão. E a fidelidade. E a confiança. E o apoio. E a alegria. E a cooperação. E todo o resto. Relacionamento é um negócio complicado, diriam os leigos. Confesso com alguma vergonha que eu mesma, tropeçada

Nada de casalzinho

Se eu fosse escrever uma comédia romântica, eu não conseguiria pensar em nada tão incrível como a história que eu vou contar pra vocês. Ele almoçava no bar da piscina do prédio dela, sozinho. Entre uma checada no email e uma bufada para reclamar do calor, ele a viu entrando na área do bar. Ela

Eu não preciso de você

Eu não preciso de você. Eu preciso perder a barriga, preciso de um ferro de passar roupas e preciso mandar lavar o carro. Mas de você eu não preciso. Talvez até eu precise me vestir melhor, usar um corte de cabelo mais moderno e comprar papel higiênico — está acabando. Mas definitivamente eu não preciso

A gente continua dando certo

Essa é uma carta de despedida. Uma carta clichê como todas as outras, como – você sabe – eu não poderia deixar de ser. Seria ótimo se eu soubesse me despedir de uma maneira menos dramática e mais original, mas não deu. E esta carta é uma prova de que eu tenho aprendido a perceber

Não precisa durar pra dar certo

Confesso a vocês, não sei ao certo se com pesar ou satisfação, que nesse delicioso e interminável laboratório de observação da vida alheia, a cada dia eu tenho achado mais graça nas relações que passam depressa. Aquelas bem ligeiras mesmo, que duram só o tempo da paixão. Ou da sedução. Da confusão. Da ilusão. Aquelas

Procure um amor que sinta a música

Se eu pudesse te dar um só conselho que resumisse tudo o que uma pessoa pode procurar num amor, seria esse: busque alguém que sinta a música. Não precisa ser um exímio violinista, nem conhecer bandas da República Tcheca. Mas sentir a música, se entregar para a música, viver a música. Alguém que, ao apertar

Os sinais irrefutáveis da paixão

Como bom observador do comportamento humano, vulgarmente chamado pelos ignorantes de fofoqueiro, dediquei os últimos anos a estudar a fundo o que eu chamo de “Momento Crec”. É o momento exato em que alguma coisa se quebra dentro de você, e você percebe que está apaixonado. Nada de câmera lenta, trilha sonora, borboletas no estômago

Alguém apaixonado por mim? Onde?

Hoje encontrei com uma amiga de anos – quase vinte anos. E comentando com ela sobre um recém termino de um quase relacionamento meu, ela disparou três vezes: “Ela tá se apaixonando”. Insisti que não, teimei, e ela impávida, ignorando minhas negativas. Por fim, ela falou, com a calma de quem me conhece há tanto

O amor se prova nos pequenos gestos

Sem cuspir nos pratos que já comi e ainda como – o da literatura e o do cinema – não tenho a menor dúvida em afirmar que tanto um quanto o outro contribuíram de uma maneira muito negativa para a maneira como vemos os relacionamentos. Mocinhas sempre lindas e engraçadas, mocinhos sempre eloquentes e gentis.

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